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Desde: 02/05/2011      Publicadas: 114      Atualização: 21/09/2017

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  20/12/2016
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2º Concurso de Redação da Defensoria Pública da União

Em 2016 a Defensoria Pública da União realizou o 2º Concurso de Redação com o tema "Tráfico de pessoas. Diga não!".
Nossos alunos foram convidados a participar do concurso, passaram por uma oficina de formação sobre o tema e produziram seus textos.
As melhores redações da escola foram dos alunos: Bianca Evelyn Vieira Rocha do 3º ano E e Gustavo Soares do Vale do 2º ano A.

2º Concurso de Redação da Defensoria Pública da União
Tráfico de pessoas, um problema ainda atual

Tráfico de pessoas é um crime absolutamente desumano, o que há de mais horrendo nas relações capitalistas (do capital), transforma o ser humano em uma simples matéria orgânica barata, rompe os limites geográficos, não no sentido de unir culturalmente os países, quebrando tradições e tabus, mas, como crime, os possuidores e articuladores do poder comercial aproveitam para traficar em países aprofundados por uma conjuntura política insustentável, ocasionado por dificuldades econômicas e sociais.

Os atos originários dessa barbárie têm diferentes utilidades mercantilistas, como a prostituição ou qualquer forma de abuso sexual, adoção ilegal de crianças e adolescentes, retirada de órgãos e trabalho escravo, alcançando diferentes níveis sociais, porém é indiscutível o fato de países que desrespeitam os direitos humanos, com alta desigualdade e injustiça social, fazem com que o tráfico cresça colossalmente, pois falsos sonhos de melhoria de qualidade de vida são vendidos pelas redes de tráfico, as vítimas por anseio ou desespero, acreditam ingenuamente. Para termos uma ideia do fatídico problema, a cada ano, cerca de 2 milhões de pessoas são vítimas do tráfico, isso rende aproximadamente 9 milhões de dólares aos operadores do crime organizado. Sabe-se que as vítimas são crianças e mulheres.

Por ser um problema mundial, falaremos sobre a legislação internacional mais significativa. É o Protocolo de Palermo, que resultou, resumidamente, no Protocolo adicional à Convenção das Nações Unidas, adotado em Nova Iorque, no ano de 2000, ao qual o governo brasileiro aderiu em 29 de janeiro de 2004. Segundo o Protocolo, os países que aderirem ao acordo, irão lutar para prevenir, punir e erradicar o tráfico, assim como levar em conta a condição e a segurança física da vítima, por meio do seu sistema jurídico, devem garantir que as vítimas obtenham remuneração e que os agentes do tráfico sejam condenados.

Infelizmente, mesmo com todo o aparato judicial, o tráfico de pessoas continua crescendo grotescamente, por ser um crime altamente lucrativo. Percebe-se então, que a lei na prática não entra em vigor, falta comprometimento por parte de diversos governos no que se refere à vida de milhares de seres humanos; como saída, devem intensificar os órgãos de controle e fiscalização, assim como a campanha de conscientização da população.

Gustavo Soares do Vale


A exploração de pessoas e o crime do tráfico humano

Em muitos países acontece o tráfico de pessoas, em muitos caos exploram mulheres e meninas que são obrigadas a trabalhar vendendo o seu corpo e sendo exploradas e mantidas em cárcere. Vários acontecimentos de garotas que tentam fugir e não conseguem, muitas ficam grávidas e são obrigadas a ficar por mais um tempo no país. Na Itália foi criada a lei anti-tráfico na qual são julgadas as pessoas que cometem esse tipo de crime, hoje em dia mais de 2,7 milhões de pessoas são traficadas.

Muitas pessoas são enganadas com propostas de trabalho que não acontecem, assim como a Bolívia, milhares de Bolivianos saem de seu país com promessas de trabalho, mas na verdade são obrigados a trabalhar para pagar o dinheiro que foi gasto com a passagem, sofrem ameaças de serem deportados e ainda vivem em um quarto com diversas pessoas como um quartel militar.

Meninas que viajam para a Índia com a esperança de se tornarem modelos e na verdade são traficadas para trabalhar como escravas. Para que melhore esta situação deveriam criar uma lei para cada país em que só permitam a viagem de menores com o responsável e que prendam as pessoas responsáveis por esse tipo de crime, e assim teremos uma solução para acabar com a exploração de pessoas no mundo.

Bianca Evelyn Vieira N. Rocha
  Autor:   Gustavo Soares e Bianca Evelyn


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