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URBANO EM REDE
Desde: 02/05/2011      Publicadas: 118      Atualização: 20/12/2017

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 Bloguistas

  19/12/2013
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Concurso de crônicas na escola

Concurso de produção textual do gênero crônica na E.E. Reverendo Urbano de Oliveira Pinto. Muitos participaram, alguns foram premiados, mas todos os envolvidos ganharam em aprendizado!

Concurso de crônicas na escolaNo segundo semestre de 2013 realizamos um concurso de crônicas na E.E. Reverendo Urbano de Oliveira Pinto. Os alunos da 5ª série E e dos primeiros anos do ensino médio B, C, D, E e F participaram de aulas de orientação para a produção dos textos e tiveram liberdade para criá-los, exceto a turma da 5ª série que foi orientada a escrever sobre algo relacionado à escola, ao cotidiano escolar.
Também como preparação para a produção dos textos fizemos a leitura do livro Nos bastidores do cotidiano de Laé de Souza.
Em dezembro foram selecionados os melhores textos de cada sala. Os alunos autores foram premiados e seus textos publicados neste espaço, no blog da professora Fabiana - escrevivendoosdias.blogspot.com.br e serão publicados em fevereiro de 2014 no jornal A voz do Lapenna.
Parabéns aos vencedores!! Mas também parabéns a todos os que se dedicaram a este projeto, contribuindo com suas incríveis crônicas!! Parabéns!! Parabéns!!
A linguagem nos permite viagens fascinantes, permitam-se!!

Os vencedores:


Gabriela Silva Oliveira 5ªE

Maria e sua nova escola

Era um lindo dia de verão e Maria estava se arrumando para o seu primeiro dia em uma nova escola.
Quando Maria chegou na escola, viu que nenhum dos seus amigos da outra escola estava lá, então resolveu fazer novos amigos.
Sua primeira aula foi de geografia com o professor José. A segunda aula foi de ciências, com o professor Pasta, que era chato e rabugento.
Maria pediu ajuda do professor Pasta para resolver a atividade da apostila e acabou perguntando por que ele era deste jeito, e ele disse que é assim porque as crianças jogam bolinhas de papel nele e dizem que a mulher dele é a dona da escola.
Maria então falou que ele não deve ouvir o que os outros dizem. Com isto, o professor que era chato e rabugento voltou a ser o alegre e sorridente professor Pasta.



Ariane Moreno da Silva Reis 1ºC

A grande história de amor

Imagina, se a maior história de amor de todos os tempos, a mais popular obra de William Shakespeare "Romeu e Julieta", fosse totalmente ao contrário da história.
Já pensou se Romeu e Julieta vivessem nos tempos de hoje? Eu acho que a Julieta seria funkeira ou roqueira, e o Romeu seria skatista. Eles não sonhariam em se casar, construir uma família e viver o amor deles eternamente, mas só pensariam em ficar e depois sair pegando geral! Eles só ficariam na balada até o amanhecer, iriam beber, fumar bastante e eles também poderiam usar drogas e teriam a possibilidade de serem traficantes.
Jamais haveria o suicídio só porque o amor deles foi proibido pelo pai de Julieta. No máximo, o que poderia acontecer, era escorrer uma lágrima dos olhos dos amantes e logo após já estariam com outras pessoas, vivenciando um amor passageiro.


Bruno Barreto Dias 1ºD

Futebol com os amigos!!

O futebol é a base de tudo, para os homens, lógico... Um grupo de amigos estava marcando um jogo para domingo, valendo R$ 20,00, tinha que fazer 20 gols, 10 trocava de lado. O time já estava em quadra só faltava o outro time que demorou mais de 2 horas.
O tempo passou e ali estava o time, mas alguma coisa estranha tinha nesse time, sabe o que era? O time só tinha garotas! Os meninos, assustados, falaram para as meninas:
" Se vocês é que forem jogar, vão perder...
As meninas deram risadas e comentaram:
" Vocês, garotos, só vão saber se vão ganhar se jogarem com a gente!
Os meninos aceitaram jogar com as meninas. O jogo começou e as meninas fizeram 10x0 no primeiro tempo, no segundo também, elas, mulheres, como sempre levam vantagem para cima dos homens!
Moral da história: Nunca duvide das mulheres porque elas podem fazer de tudo!


Vinicius Gonçalves 1ºE

O que ser quando crescer?

Quando eu era pequeno, sempre me perguntavam "O que você quer ser quando crescer?" e em geral, eu nunca sabia. Um dia eu queria ser médico, no outro policial e até astronauta eu já quis ser.
Eu nunca soube o que ser e até hoje eu não sei, essa vai ser uma das escolhas mais importantes da minha vida e eu ainda não sei. Eu posso escolher ser médico, mas também bombeiro e isso é pior e bem mais difícil do que escolher Kinder ovo balançando a caixinha para saber o que tem dentro.
Mas é difícil me imaginar fora desta rotina de vir para a escola, ver meus amigos, acordar cedo, querer o fim de semana logo, reclamar de fome, de frio, perguntar quantas aulas são, isto realmente vai fazer falta daqui a uns 5 anos.
O jeito é aproveitar tudo e quem sabe, já decidir o que eu quero ser na vida, afinal, a vida é uma surpresa.


Felipe Sousa 1ºE

O futebol

Bacharel e Oliveira eram grandes amigos, moravam juntos em um condomínio de luxo na grande São Paulo e viviam de malandragem para cima dos outros.
Uma quarta feira o síndico do condomínio, Sr. José, foi até a casa de Bacharel e Oliveira e comunicou aos dois que se eles não colocassem em dia as dívidas com o condomínio seriam despejados em 30 dias. Então, desesperado, Oliveira disse:
" E agora, o que vamos fazer?
Bacharel, sabendo que o Sr. José vivia sozinho e levava uma vida voltada para trabalhar e que seu único lazer era assistir ao futebol. Bacharel teve uma grande ideia:
" Que tal organizarmos um jogo aqui no campinho do condomínio e convidarmos o seu José? Quem sabe de tanta felicidade ele perdoe nossas dívidas?
Oliveira respondeu:
" Não custa tentar.
Então Bacharel colocou seu plano em prática, conseguiu marcar o jogo para uma terça feira às 19:00 horas.
Quando chega o dia do grande jogo, Oliveira conheceu o time adversário, o nome do time era CAPFP (Clube Atlético Paulista Futebol e Pancada), Oliveira foi falar com Bacharel dizendo que eles nunca iam ganhar aquele jogo, mas Bacharel explicou para o amigo que ele ia de juiz para garantir o resultado. O jogo começou e com Bacharel de juiz, roubando muito contra o time adversário, a partida chegou aos 15 minutos finais, foi quando Bacharel inventou para um pênalti para o time do condomínio, quem cobrou foi o Sr. José e marcou para o time do condomínio, quando o jogo ia recomeçar Bacharel encerrou a partida faltando 13 minutos de jogo, assim que Bacharel apitou o time do CAPFP foi para cima do juiz e encheu ele de porrada, mesmo depois de todo arrebentado, Bacharel achou que valeu a pena, pois o Sr. José, todo alegre de seu time ter ganhado com um gol seu, perdoou a dívida dos dois.


Camila Jesus da Silva 1ºE

Professora teimosa

Ufa! Estamos livres. Neste dia, em que compareceram alunos que apresentam vontade para tentar ser alguém melhor na vida, ficou decidido que iriamos para a sala de vídeo. Ato este que não aconteceria mais, por conta de alguns alunos que decidiram não assistir a continuação da aula e foram embora, sabe-se lá para onde, fomos todos punidos, de forma que a sala de vídeo para matéria em questão não seria mais utilizada.
Bom, voltando para o dia em que a punição foi deixada de lado pela professora teimosa, que por ter poucos alunos na sala e por serem alunos que tem vontade de mudar para melhor, fomos todos para a sala de vídeo.
Chegando lá assistimos uma crônica de Gil Vicente sendo interpretada por uma adolescente, onde os fatos relatados, eram sobre seu cotidiano. Tudo dando certo, a professora parecia estar feliz pelo interesse dos alunos. Quando acabou a crônica e tivemos que voltar para a sala de aula ficamos presos dentro da sala de vídeo por algum..., melhor não comentar, que nos prendeu pelo lado de fora. A professora que achava que tudo estava dando certo, coitada. O que fazer? Começamos todos a rir pelo acontecimento ocorrido, quem diria que só com os interessados iria dar algo de errado.
Graças a Deus, com sinal é claro, a professora rindo, ligou para a secretaria da escola e pediu para que alguém fosse nos soltar e, ufa, em poucos minutos estávamos livres!


Vivian Cinzia S. de Andrade 1ºF

Amor à primeira vista

Pela manhã levantei num pulo da cama, era um sábado ensolarado, perfeito! Fui correndo chamar meus pais. Eles prometeram e hoje iriam ter de cumprir, era o grande dia!
Sai puxando minha mãe pela saia e gritando "vamos mãe", ela na cozinha já se preparava para caprichar no almoço, nem sequer olhou para mim, fiquei chateada e abri a boca a chorar, minha mãe gritou comigo, dizendo "menina saia do meu pé" e eu, desanimada, respondi "você prometeu" e ela sorrindo disse: "vá menina, vai se arrumar". Em um piscar de olhos eu estava no quarto feliz, procurando o que vestir, coloquei minha melhor roupa para a ocasião e fui atrás de papai que para minha surpresa já estava no carro a minha espera.
Esperamos mamãe no carro e ela se atrasou 15 minutos, eu não me aguentava de ansiedade. Logo ela surgiu sorrindo, entrou no carro e fomos para o lugar que tanto sonhei, que muito esperei. Não demorou muito e eu podia ver ele surgindo... estávamos longe eu sabia, mas já admirava o tamanho daquele imenso lençol azul.
Tirei os chinelos e corri para a areia, ali estava, mamãe e papai prometeram e chegou o dia, eu ali estava, de frente com aquela imagem perfeita, crianças se divertiam, riam, montavam castelos de areia e eu não sabia o que iria fazer primeiro.
Sai correndo de encontro com o mar, mas eu não sabia que ele também me esperava, me puxou para perto e pude ver uma imensa onda se levantando e me cobrindo, o mar me abraçou. Como eu pude demorar tanto para encontra-lo? Ele me esperava assim como eu o esperava, eu corria para a areia e logo vinha minha amiga onda me buscar, construí um castelo de areia com papai e mamãe, ficou lindo! E eu gritei "onda minha amiga, olhe o que eu fiz!" e ela veio tão rápido que parecia estar furiosa, mas eu sabia que ela estava contente, ela iria guardar o meu castelo.
Mamãe estava me chamando para ir embora, entrei no carro e nem ouvia meus pais falarem, só refletia e então me toquei, o mar estava apaixonado por mim assim como eu estava por ele! Me ajoelhei no banco e me virei para trás, ainda podia vê-lo, acenei dando um adeus e prometi que logo voltaria. Ah! Eu voltaria com certeza, para ver minha amiga areia e meu amigo mar...
  Autor:   Fabiana Azevedo





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